sábado, 28 de fevereiro de 2009

O dia que fiquei furioso

Dia 24/02/2009, terça feira de carnaval. Foi esse o dia.

Obrigado.

Até a próxima!


















hahaha, peguei vocês. 

Dia 24/02/2009, terça feira de carnaval, saímos mais cedo que de costume para o nosso passeio pela city. O sol estava alto ainda, chuto que eram mais ou menos 2 horas da tarde.
Pegamos um caminho diferente do habitual, e que estava bastante movimentado, muitos carros estacionados, muita gente nas calçadas. Foi aí que paramos, fiquei sem entender nada, era pra nós passearmos, mas ao invés disso ficamos sentados na beira da rua parados, com outro tanto de gente fazendo o mesmo. 
Foi então que começou, um barulho ensurdecedor, saía de umas caixas pretas, por toda a avenida. Alguém falava coisas, pessoas tiravam fotos umas das outras. Estava uma situação caótica. Foi quando apareceu. Um monte de gente no meio da rua, vestidos de forma estranha com veículos com coisas estranhas em cima. Já fiquei assustado com aquilo, mas me contive. Cada minuto que passava apareciam mais pessoas estranhas vestidas de forma estranha, isso me incomodava, e muito. Dei uns latidos de alerta a distância para esse pessoal. Até que uma mulher com roupa estranha se aproximou de mim e de meus amigos. Um latido bastou, juntei todas minhas forças e lati o mais bravo possí
vel, fazendo ela se afastar no mesmo instante. Pouco dapois apareceu um jacaré, que andava em duas pernas. Fiquei perplexo, dei meu latido de alerta também (na verdade foram mais de um) e ele se afastou rapidamente.
Jacaré bípede e cara amarelo e mais alguem que nao me encheu o saco

Fiquei orgulhoso do meu poder de intimidação, porém pouquíssimo tempo depois apareceu alguém amarelo, que jogou alguma coisa (ouvi a palavra confete essa hora) com violência em um de meus adotores. Aquilo foi a gota d'água, explodi. Lati vigorosamente, mas o cara não ia embora, pelo contrário, ficou tentando se passar por santo. Latia cada vez mais, meus adotores tentavam me acalmar, mas não queria ficar calmo, queria que o agressor fosse embora. E ele foi, demorou um pouco para se tocar que não era bem vindo ali, mas foi.
Foi quando todas as pessoas estranhas vestidas de forma estranhas se afastaram bastante que recomeçamos a andar, mas paramos logo em seguida, num lugar que eu já tinha passado noutros dias, e que tem uma cadelinha de dar agua na boca (mas vem com dois machos muito chatos agregados).
Paramos por lá também, quando entramos no terreno a cadelinha já veio me receber, trocamos cumprimentos até aparecer um dos machos, que ficou me olhando torto mas foi de boa. Mas quando chegou o outro macho, os dois começaram a latir e a me encher o saco. Eu sou da paz, tentei apaziguar, queria conversar, mas eles não queriam saber, vieram marrentos pra cima de mim (detalhe, são dois bostinhas da metade do meu tamanho, dava um pau fácil neles). Insisti pela não violência, mas eles não paravam, principalmente o segundo. Foi quando perdi a paciência, comecei a ficar agressivo também, rosnava e latia, meus adotores nunca tinham presenciado isso, então me amarraram no portão, fiquei lá, no cantinho da disciplina para pensar em meus atos, não me arrependo de quase nada, só de não ter apresentado meus dentes para aquele baixinho invocado chata bagarai.

Desculpem a agressividade, lembrar desse dia não me faz bem.

Abraço a todos.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

To cagando e andando...

Meus adotores sempre me levam para passear, e isso é o que eu mais gosto de fazer!! Sempre de tardezinha eles pegam a tira do passeio, colocam no meu pescoço e vamos passear. É muito legal.
percebi que tem dois tipos de passeio: um mais devagar onde eles vão andando junto e outro tipo  onde eles vão sentado num tipo de maquina com duas rodas. Eu prefiro muito mais quando eles vão na maquina, eu posso correr muito mais. Quando eles vão andando eu tenho que ficar esperando ou puxando eles porque são muito lerdinhos! Coitados...

percebi também também que quando vou dar umas voltinhas me da uma baita vontade de fazer coco! Acho que a caminhada faz meu intestino funcionar melhor e me bate aquela vontade!  Mas sempre que tentava dar uma cagadinha meus adotores ficavam bravos e me puxavam pela coleira...e eu num conseguia cagar gostoso!! Muito chato isso...mas percebi que eu podia parar para marcar meu território sem problemas, isso era permitido. sei como fazer o numero 2 - eu pensei comigo mesmo. Então la no próximo passeio testei minha nova estratégia: vi uma árvore, levantei a perna, fingi que ia fazer xixi e pum...mandei o meu coco ali. FUNCIONOU! Consegui fazer o numero dois sem eles perceberem. Confesso que foi um pouco estranho na primeira vez mas agora faço com naturalidade, e as vezes até faço xixi aos mesmo tempo para aproveitar.

Depois de algum tempo resolvi que precisava aprimorar minha técnica pois quando vamos passear com a maquina de duas rodas - bicicleta??? - não tenho tempo para parar nas árvores, eu corro muito rápido! Com toda habilidade que adquiri na primeira técnica não foi problema para mim conseguir cagar em movimento. Eu sincronizo com as minhas passadas e respiração. É muito fácil E quando meus adotores viram oque aconteceu é tarde demais...hahahaah! Essa técnica é infalível.

Meu próximo passo vai ser conseguir fazer xixi correndo...mas acho que isso vai levar um tempo ainda.  Acho que vai ser uma meleca só...


UPDATE: Hoje, 22 de fevereiro, fui muito audacioso, ignorei guardas que passavam pelo local e dei um cagão lá mesmo. Eles nem perceberam meu ato, saí ileso.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

As mulheres da minha vida - Parte 2

É hoje o dia. Hoje que meus instintos falam mais alto. Queria contar um conto erótico aqui, mas meu blog não é só para maiores de idade (e minha oma isso também). Portanto, nada de pornográfico.

Ela apareceu, era linda, sorridente, uma cachorra. Senti meu coração pulsar mais forte e mais rápido, ele estava querendo sair pela minha boca, eu estava paralisado.
Não sei quanto tempo depois (para mim foi uma eternidade) ela já estava muito próxima ao meu corpo e eu, passada a adrenalina do momento, voltei a mim, parti para o ataque.
Começamos trocando carícias, brincando, tudo muito descompromissado
Quando eles chegaram, meus adotores, atrapalharam tudo, nos forçaram a nos separar. A dor tomou conta de mim. Não consigo explicar o que sentia, era dor, êxtase, desejo.
Me libertaram, não sei porque, mas autorizaram meu relacionamento. Voltei para os braços dela, voltamos a brincar e trocar carícias. E em questão de minutos já estávamos envoltos numa mistura de amor e paixão. Éramos muito cúmplices, ela me provocava de uma maneira fatal. Caí na sua rede.
Era tudo muito bom, memorável, começamos como deve ser começado. O clima esquentava a cada momento, até que quando o ato ia se consumar, ia dar uns picotes naquela cachorra, percebi que não era permitido. Ela não era da minha casta.
 Eu sou um dhalid (seja lá como se escreve isso), posso ter arruinado a família dela, a vida dela. Mentira, esse papo é sobre a história da novela. A verdade é que ela é muito alta. Não era fisicamente possível para mim. Continuei tentando, até que nosso encontro foi interrompido. Fui colocado num quarto fechado e ela foi expulsa de casa. Chorei por muito tempo, sentia o cheiro dela. Sofri demais.
Chegou a hora de partir, para longe dela. Foi quando me dei conta que era preciso esquece-la, pois senão meu sofrimento só iria aumentar.
Assim acaba essa história, nunca mais a vi, provavelmente não a verei. Mas é melhor assim.


Saudações

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

As mulheres da minha vida - Parte 1

Bom, seguindo uma ideia (porra, idéia não tem mais acento?????) de uma possível mulher da minha vida, vou falar sobre elas. Mais especificamente, sobre minhas paqueras.

Muitas vezes sou abordado nas ruas da minha cidade por meninas. Bonitas, feias, neutras, gordas, magras, altas, baixas, etc, etc, etc. Mas, eu não estou nem aí pra maioria delas, pois elas não fazem meu tipo. Meu tipo é daquele parecido comigo, só que sem o órgão genital masculino. Ou não...

Enfim, alguns encontros já foram arranjados. Uma vez numa lanchonete perto de casa, estávamos esperando o lanche ficar pronto quando apareceu uma garota que me deu bola. Mas, ela logo percebeu que ela não ia me ganhar, por isso ela desencanou de mim e resolveu arranjar um encontro entre eu e a cadelinha dela, uma poodle segundo ela. Esse encontro nunca se realizou, apesar do meu interesse (ele nunca é levado em conta).
Outra vez, uns amigos estavam de mudança e seria impossível levar a cachorrinha deles junto (até porque eles não ficariam mais juntos). Ela era prometida para mim, como na Índia, nunca a vi, mas nosso casamento estava arranjado. Problemas de espaço e de comida frustraram esse sonho, vi ela algumas vezes apenas durante passeios. 

Até já fui paquerado por uma Pétala, fato que me deixou muito convencido.

Mas esse fim de semana, domingo, 8/02/2009, eu conheci o amor da minha vida. Foi amor a primeira vista.

Estou preparando a melhor maneira de contar essa história, portanto, aguardem, vocês irão se deliciar.

Fui!

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Auto Ajuda

Olá pessoal, hoje vou contar uma história para meus amigos deprimidos, que não tem mais motivos para viver. Essa história é baseada na minha história, é um compacto que mostra aspectos positivos da minha vida em um formato sensacionalista.

Eu era pequeno, dividia um quarto de uns 3mX3m com mais uns 15 amigos. Todos pequenos também. Por isso era possível dividir camas com eles, mas não havia uma cama para cada habitante. O lugar era de higiene ruim, não era limpa frequentemente, e isso só aumentava as chances de contaminação por doenças. Bastava aparecer um colega doente que todos nós ficávamos também.
Mesmo nessa situação eu me mantinha alegre, aproveitava cada momento de minha estadia por lá, divertia a mim e a todos meu companheiros. E acredito que isso tenha sido a minha salvação, pois apareceu alguém maior, muito maior. Ele olhou para mim, que continuava pulando e brincando, e apontou: "Aquele amarelinho. É macho ?".
Fiquei assustado, pois fui separado dos outros que considero minha família. Fui jogado num espaço menor do que eu tinha antes. Estava com medo, muito medo. Mas pouco tempo depois o carro parou e eu pude entrar num território tão grande e vazio quanto eu nunca tinha visto antes. Um alívio tomou conta de mim, até eu perceber o quanto sozinho eu estava. Tentei chamar a atenção de alguém que pudesse estar por perto, mas nada, o desespero tomou posse do meu coração, comecei a chorar, até que o ser maior apareceu, e me fechou num quarto escuro e fechado, pequeno. Chorei a noite toda. Mas quando amanheceu, a porta se abriu, estava livre novamente, e com um amigo. Estava demasiado feliz.
Ele desapareceu novamente, não sabia o que fazer, fiquei conhecendo o território. Senti um tremendo mal estar, que fazia barulhos estranhos na minha barriga. Não tinha apetite, qualquer tipo de comida que era me dado não me atraía, revirava meu estrongo. Fiquei 3 dias sem comer antes de ir ao médico, que me deu soro e fez uns exames (passei a noite no consultório). 
Depois disso comecei a tomar remédios, minha vida estava difícil.
Quando finalmente melhorei, comia cada refeição como se fosse a última. Aproveitava cada momento como se foss... aahh que coceira.
Sim, a coceira estava se apoderando do meu corpo, e mente. Era muito angustiante, bastou eu melhorar do meu estômago que alguma coisa pegou minha pele. Era sarna. Voltei ao consultório.
Muito tempo tomando remédios diferentes e comecei a melhorar.
Como estava fraco eu tinha recaídas. Mas mantive a alegria de viver, e com o apoio de meus amigos superei essa fase triste de minha vida, que segui com empenho e dedicação.
Hoje, como se nada disso tivesse acontecido, sou um novo cachorro. Meu pelo é fofinho, eu como direitinho, faço exercícios regularmente (tanto que minhas pernas estão super fortes e definidas) e melhor, continuo com minha alegria contagiante, aproveitando todos meus momentos. Meu sistema imunológico se estabilizou, e como sou um cachorro de raça (nenhuma) imagino que a partir de agora será difícil algo me abater. Pretendo continuar com essa felicidade enquanto durar.

Saudações a todos!

PS: Quantos leitores hein!! Estou expressionado.