quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Roupa Nova (não é aquela banda porcaria)

Primeiramente preciso me desculpar pela última história, a dos espinhos, eu sei que não foi tão legal, mas é que eu não soube contá-la direito.
Bom, como vocês podem ver estou super elegante hoje. Mas nem sempre foi assim, normalmente eu ando vulgarmente pelado, nu em pelo. Nunca me incomodei muito com isso, afinal, é natural. 
Vivia minha vida dura calmamente até que um dia (uma terça feira para ser mais exato) quis experimentar coisas novas. Vi uma toalha pendurada no varal.
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Em casa, o varal é baixo, portanto sempre que tem alguma coisa pendurada, para matar o tédio eu tiro e brinco um pouco. Mas nas férias, na casa de campo o varal é mais alto, além de que tem outras coisas mais interessantes para fazer, por isso todos ficaram impressionados que eu não tirei roupa alguma do varal por um longo período de tempo.
)
Resolvi experimentar novamente a sensação de dormir sobre uma toalha, coisa que eu já fiz quando era pequeno mas não me lembro bem. Vi a mais bonita, que me parecia mais confortável, e puxei do varal. Em seguida arrumei ela no meu cantinho, dei uma preparada e deitei. 
Um pouco mais tarde, já tinha desfrutado de momentos sobre a toalha, chegou alguém, que ficou com uma cara de assustada e falou alguma coisa. Ela tirou MINHA toalha de mim. Resultado, fiquei sem toalha.

Mas, poucos minutos depois ela voltou, com uma camisa velha. Deu a camisa para mim, em troca da toalha. Não era lá grande coisa, mas pelo menos diminuiu minha perda. A partir daí criei um gosto pela camiseta, gosto quase tanto dela quanto do meu fusca roxo. Estou usando ela para treinar para ser um assassino, mordo e fico chacoalhando, como um cara malvado faria. Faço cabo de guerra com meus amigos. Eles fazem 'halteres', mordo a camisa e ele fica erguendo a camisa comigo junto. É uma diversão que só.
Já faz mais de uma semana que tenho essa camiseta, e ainda não me desapeguei a ela. Outro dia, um dia meio friozinho, me cobriram com a camiseta, fiquei quentinho, gostei tanto que demorei a tirar a camisa. Então hoje, novamente me vestiram com a camisa, mais em forma de lenço, mas ainda assim é bom. E o resultado vocês viram na foto acima, fiquei muito charmoso. Aliás, viram que garoto fotogênico? Gostei do resultado.

Uma fungada para todos.

domingo, 25 de janeiro de 2009

História dos Espinhos

Ainda estou de férias numa casa de campo. Essa é a casa de A e B, onde eu e meus 'adotores' passamos férias. A e B não vão para a cama tarde, pois acordam bem cedo no outro dia, já meus 'adotores' não são bem assim. Eles foram para não sei onde, acho que pode ter sido para Campinas, num bar onde tocam bandinhas Metaaal.
Eles estavam fora, eu estava sozinho, então resolvi fuçar. Encontrei um objeto muito louco, ele era meio redondo, o que eu via tinha uma textura estranha. Parecia um daqueles brinquedos de morder, que fazem 'fuíki fuíki', só não era de uma cor chamativa (se bem que eu só vejo em escala de cinza, então porque aqueles briquedos são coloridos?). Óbviamente quis brincar.
No que eu mordi senti umas pontadas. Pontadas no beiço não são nada agradáveis quando você precisa da boca para brincar. Larguei o objeto na hora, daí não sentia mais pontadas, sentia era um certo incomodo, parecia que tinha algo lá. Passando a língua eu sentia algumas coisas penduradas na minha boca, mas não doía, então não me preocupei.
Quando meus adotores chegaram levou uns 10 minutos para eles perceberem que eu estava com movimentações estranhas da língua. Deram uma olhada e descobriram uns 8 espinhos cravados na minha boca. Eu achava tudo legal, eles estavam me dando atenção, até que um deles apareceu com um instrumento na mão (alicate) e o outro me prendeu entre as pernas e segurou meu focinho com as duas mãos. Achei que era uma brincadeira, mas aí alguma coisa puxou. DOR. Outra coisa puxou. DOOR (prolongação do 'o' de dor, não é porta em inglês). Mais uma. DOOOR. Cada puxão eu me revoltava mais, gritava mais, A e B acordaram, e eu gritava, o alicate chegava perto e eu gritava, cada vez mais alto, até que eu não deixei eles chegarem com aquele instrumento perto de mim. Então aqueles carrascos foram dormir.
No outro dia eles voltaram, mas a dor já não me incomodava mais, então estava menos esquivo. Mas não deixava aquele alicate chegar perto da minha cara ainda. Até que, TCHARAAM, o meu fusca apareceu, me distraí 0,03 segundos e então senti outra puxada. A mais dolorida de todas. Sorte que eu estava com meu fusca, com ele tudo passa. Só o sangue que começou a escorrer, mas enfim, nada é perfeito. Depois disso não tinha mais nada incomodando minha boca, e eu vivi feliz para sempre.

Adeus, até mais!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

História do Churrasco

Já aconteceram algumas festas lá em casa, a maioria é composta de esquentas, todos regados a bastante álcooool.
O nome está como história do churrasco, mas não era churrasco, era um desses esquentas, eu acho. 
Lá estavam todos muito alegres bebendo uma vodquinha, curtindo um som. Eu não posso entrar em casa, por isso ficava muito contente quando alguém saía e ia conversar comigo. Até que a certa altura da bagunça um dos participantes do negócio sai, com pressa, diga-se de passagem, e vai em direção ao quintal. Obviamente o segui para tentar ganhar atenção, mas não fui bem sucedido, ele nem deu bola. Até que, quando chegamos no gramado ele se abaixou, eu jurava que era pra conversar à altura comigo, foi quando ele abriu a boca (inocentemente pensei que sairiam palavras), liberou um jato de algum líquido, meio fedido devo dizer, levantou e foi embora. Fiquei ali atrás dele na maior frustração, lutei por atenção e o que ganhei era fedido.
Um tempo depois um dos caras que me adotou veio me dar atenção, e, quando ele encostou em mim percebeu que eu estava molhado, só ouvi um grito: "QUEM FOI O RETARDADO QUE JOGOU BEBIDA NO ZECA?". Foi quando o tal retardado apareceu na porta sorrindo e tentando se explicar. Mesmo ele não conseguindo explicar meu 'adotor' (o cara que me adotou?!) adivinhou o que aconteceu, para meu puro e simples azar, porque apesar de fedido aquele liquido não era frio. Chegamos no quintal novamente, e lá, o cenário da minha punição por nao ter feito nada, fui injustiçado, castigado com um jato de água gélida sobre meu corpo. Coincidência ou não, o povo foi embora poucos minutos depois, e eu fui largado para trás como um trapo sujo à espera da lavagem.

Desculpem, podem ser imagens meio fortes, mas é a pura realidade.

Saudações a todos e até a próxima.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Sou Eu - Tchuru tchuru ...

Esse sou eu alguns dias depois de ter sido adotado. Minhas orelhas nao ficavam em pé ainda, mas agora aperfeiçoei essa técnica, agora basta eu querer e 'zup', elas estarão de pé.

A próxima história, que vai sair daqui a pouco vai ser de um churrasco que ocorreu lá em casa, tem fatos bastante bizarros que presenciei pois era muito jovem ainda, meio ingenuo. Agora continuo assim.

Até mais

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

História dos Patos - Parte 2

- A situação era: nós no meio da rua, de um lado da rua uma população inteira de patos do outro lado a lagoa e alguns turistas tirando fotos e relaxando.

- O depoimento do amigo A: "Nussa, eu tava mó rápido quando eu vi uns patos voando para o meio da rua e o carro parado esperando alguma coisa, fiquei pensando o que eu teria feito para aqueles patos, mas quando olhei para trás descobri que eu não era o culpado. Vi o Zeca correndo atrás de cada um deles, e eles desesperados atravessando a rua para tentar chegar na lagoa. Ri demais."

- O depoimento do amigo C: "Hahahahahahahahahaha."

- O depoimento do amigo B: "Puta merda, como eu sou burro, o que foi que eu fiz? Vooooltaaa!"

Sim, isso estava acontecendo, eu estava perseguindo os patos. Desviando, ou não, dos carros, das bicicletas, dos turistas. Corria atrás de um alvo, quando mordia a bunda deles minha boca se enchia de penas, era uma sensação estranha, tanto que eu parava para pensar um tempo, cuspia todas as penas e partia pro ataque novamente, repetindo essa cena algumas vezes.
tínhamos atravessado a rua, os patos estavam adentrando a lagoa (para entrar na lagoa era necessário atravessar um buraco na cerca, era um buraco muito pequeno e meio tosco, feito por um amante dos patos que teve pena quando viu os patos isolados em terra fora da lagoa cercada). Me vi sem saída, tinha que entrar na lagoa para continuar minha caçada. Mas eu nem sabia se sabia nadar. Agora sei. Só sei que os patos me humilharam na água, os poucos metros que eu avancei foram o suficiente para eles estarem a salvo. Além de eu estar engolindo mais água que o de costume. Resolvi voltar, e quando olho para a terra eu vejo meu amigo B deitado rastejando para atravessar o buraco dos patos (o buraco da cerca) e me chamando. Não podia deixar ele fazer tudo aquilo a toa, voltei. Foi aí que percebi que eu ainda estava preso à corda, mas ao contrário do que os senhores leitores inexistentes desejam ela não enroscou em lugar algum e eu não me afoguei.
Quando a adrenalina baixou vimos a reação dos turistas, uns estavam chocados e outros riam da cena.
O amigo B estava sujo de barro, eu estava molhado por inteiro, amigos A e C não estavam nada além de rindo, e o pior, nem tiraram fotos, como eu vou escrever um livro assim, sem imagens para comprovar?
Passado o susto (e a festa) seguimos nosso passeio calmamente rindo o caminho inteiro do que aconteceu.

Até outro dia pessoal!

sábado, 17 de janeiro de 2009

História dos Patos - Parte 1

Pessoal, não aguento mais esperar, mesmo que contar essa história agora possa estragar a ordem das histórias. Não que isso importe para vocês, pois vocês nunca saberão a verdadeira ordem delas.

Nesse momento de férias, na minha casa de campo, costumo passear todos os dias pela cidade. Pego meus aparatos e saio por aí para um passeio. Geralmente, quase sempre, alguém vai comigo, para me proteger de outros cachorros (essa é outra história, anterior, portanto a ordem desse blog será perturbada), me proteger de mim mesmo e/ou me fazer companhia.
No dia dessa história, ou sábado ou domingo, fui passear com 3 pessoas, por esse motivo estava mais feliz que o normal.
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Só abrindo um parênteses aqui para explicar como funciona o meu passeio, que é uma diversão para mim. Eu vou a pé, meus amigos não me acompanham e por isso eles vão de bicicleta. As vezes eu seguro uma espécie de corda e puxo eles, por diversão e para fazer exercícios, por isso minhas pernas estão super durinhas. As vezes eles aumentam a velocidade para a velocidade 5, e eu tento acompanhá-los a todo gás. As vezes ambos.
)
Um dos meus amigos (amigo A) saiu a toda velocidade na minha frente, parti na cola dele, puxando outro dos amigos (amigo B), enquanto o outro (amigo C) estava acompanhando observando-nos. Estávamos muito rápido no meio da rua quando, de repente, sem nos dar sinal, aparece um carro no sentido oposto ao nosso, ao mesmo tempo que tinha um carro tentando nos passar. Ficamos numa situação apertada ali, meu amigo A já estava a frente, porém meu amigo B estava encurralado, sem saída e assustado ele soltou a corda, se distraiu tentando se salvar e me deixou livre para fazer o que bem entendesse.

********** To be Continued **********

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Segundo Post

Na postagem anterior eu disse que iria escrever sobre uma aventura recheada de emoção, porém acho mais conveniente, para esse segundo post, dissertar um pouco mais sobre mim. Faço isso para você, caro leitor inexistente, que tem a chance agora de conhecer um pouco da minha vida antes de conhecer alguns dos fantásticos acontecimentos da minha vida.
Como bastante gente já sabe eu fui adotado, não sei se por um casal de 2 ou de 3 homens, prefiro acreditar que seja de 2, pois 3 é muito moderninho para mim. Eles são R.D. e C.L., nomes fictícios para proteger a identidade deles. São pessoas muito legais, que prezam pelo meu bem estar, porém eles se tornam muito rígidos quando tenho meus momentos de rebeldia, gostaria que fossem mais compreensivos, mas isso não vem ao caso.
Já tive minhas doenças, problemas de pele, intestinais, etc., mas não acredito que seja um episódio importante da minha vida.
Por coincidência ou não eu vivo em São Carlos, gosto de lá, tenho muitos amigos que visito quase que diariamente, eles gostam muito de mim, sempre fazem o maior escandalo quando me veem. Como não poderia deixar de ser, já participei de umas festinhas universitárias por lá, mas acho que sou um pouco novo para isso, fazendo as contas tenho quase 15 anos.
Agora estou passando as minhas férias grandes numa casa no campo, não sei exatamente onde é, mas tem bastante grama e árvores, e tem bastante espaço para eu correr.
Bom, agora vou curtir meus momentos de férias.

Um abraço a todos, e aguardem por mais histórias.


quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Primeiro Post

Oi, como esse é meu primeiro post, inicialmente gostaria de agradecer a todos pelas visitas. E sim, é lógico que eu estou brincando, pois eu tenho certeza que ninguém lê meu blog.

Bom, para começar vou contar um pouco sobre mim. Me chamo José Carlos, não gosto de nomes compostos, não sei porque tenho esse nome, enfim, prefiro que me chamem de Zeca, um apelido carinhoso.
Olhos castanhos, cabelo castanho claro, corpo atlético (principalmente as pernas) e estatura baixa. Fora do campo físico sou muito alegre, gosto de companhia (odeio ficar sozinho), exercícios físicos me acalmam um pouco (só um pouco), detesto rojões ou trovões e não sei mais o que escrever aqui, poderia escrever simpático, bonitão, rico e humilde, mas seria muita modéstia.

Gosto muito de carne, de água, de pessoas (como dito anteriormente), de natureza e, principalmente, do meu fusca roxo.

Fico por aqui por hora, em breve contarei uma história bem bacana que aconteceu comigo, envolvendo patos, lagoa, bicicletas e carros. Me diverti esse dia.

Uma lambida no dedão do pé de todos.