sexta-feira, 12 de junho de 2009



Eu dando uma corridinha. Só que nesses dias mais frios eu tenho me exercitado menos, então estou meio fora de fórmula. Mas mesmo assim foi bom, deu pra fazer uma forcinha.

domingo, 12 de abril de 2009

XUPAAAAA PALMEIRAS....

Alguns truques.

Olá pessoal, só postei esse vídeo aí pra mostrar pra vocês como eu sou esperto. Lógicamente nada é de graça né, então, só estava fazendo tudo isso para poder ser libertado das correntes da limitação. Fico desesperado quando estou aprisionado nelas, mal posso me mexer, quase não consigo respirar. Mentira, respirar eu consigo.

Eles estavam lavando o carro, e como eu sou meio maria gasolina eu fiquei desesperado, queria participar lá do evento que estava acontecendo nas proximidades do carro.

Eu estava meio ansioso, por isso que demorei para responder os comandos, mas eu sou muito esperto viu, sou mesmo.

Depois disso eu fui finalmente libertado do meu sofrimento e pude gozar a vida livre. Mas não pude entrar no carro.... merda... fdps...

Bom, explicando o vídeo, primeiro o comando básico de sentar, esse é fácil. Sempre depois de sentar vem o 'deita', então já poupei meu adotor de falar (na verdade não é sempre, mas muitas vezes). Daí veio o difícil, 'de pé', nossa, esse é complexo, aconselho a não tentar fazer isso em casa, a não ser que tenha tido muito treinamento. Por último os famosos 'dá a pata' e 'outra', que são super simples mas as menininhas adoram. Eu ainda sei buscar coisas, qualquer coisa que eu consiga carregar eu to buscando.

Saudações a todos.

sábado, 28 de março de 2009

Voltei

Oioi...depois de algum tempo longe resolvi escrever denovo.

Eu fiquei longe por algums motivos...o primeiro foi que a minha namorado nova estava doente e faleceu uma semana depois de eu conhece-la. Ela era muito bonita e ja tava quase dando bola para mim e ai ela não aguentou e faleceu. Não estava animado para escrever.

Outro motivo é que voltei da casa de ferias para minha casa verdadeira em Sao Carlos, e lá é muito chato, não acontece nada de legal que valesse a pena registrar. Mas isso mudou essa ultima semana. Meus adotores voltaram a passear comigo todo dia pela cidade - pena que lá eles não vao de bicicleta que é mais rápido, mas pelo menos posso sair e me exercitar um pouco. Bom, sempre que saio para passear eu tento arrastar meu adotores juntos, mas eles são muito grandes e pesados para mim, não dá...então eu ando no ritmo deles.

Bom, no meio do passeio paramos num lugar onde tinha várias pessoas caminhado, algums amiguinhos meus, criancas jogando bola!! NOOOSSSAA como eu gosto de crianca, e com bola então eu gosto mais ainda. Eu chamei eles para virem brincar comigo e um deles veio. Fiquei amigo dele na hora e meu adotor deixou eu passear com ele um pouco. Como foi bom, aproveitei que ele era pequeno e arrastei ele por todo o campo...hahahahah...eu era mais forte!! Foi muito bom. Semana que vem vou la ver se eu não encontro ele denovo.

Zecão

domingo, 15 de março de 2009

LUTO

Mel, fará falta.

sábado, 14 de março de 2009

Pessoal, desculpem pela demora, mas quando estou em São Carlos minha vida não é tão movimentada, assim não tem tantos fatos que mereçam ser contados. Pra falar a verdade eu arrumei uma namorada, mas isso eu conto depois.


Hoje eu encontrei meu pai! Ou pelo menos alguém parecido comigo. Tava dando uma olhada em algumas cenas engraçadas de uns companheiros de vida, nesse site aqui http://ihasahotdog.com/2009/03/12/funny-dog-pictures-feed-kiss/. Não, não to ganhando pra fazer propaganda, é porque eu acho legal mesmo, me identifico com o site. O inglês deles é horrível, mas com um pouco de imaginação dá pra entender.
Esse aí da foto é muito parecido comigo, vocês não acham? Eu acho, e é isso que importa. Se bem que minha cara de pidão é melhor hein. Eu acho, e é isso que importa.

Grande abraço a todos!

domingo, 1 de março de 2009

Comida Nova



Eu sempre fiquei curioso por esses bichinhos, o gatos. Eles parecem tão fofinhos. Mas eles são bastante esnobes também, pq sempre que eu tentava ir conversar, eles saiam correndo como se fossem super pop star.

Clique na imagem para ampliar.






Oque eu não sabia é que eles eram tão gostosos... Ganhei uma comida nova...hummm... e agora são pedacinhos de gatos....eu recomendo...olha ai a marca que eu comprei para vcs poderem experimentar também. Vou fazer propaganda: EXPERIMENTA, EXPERIMENTA, EXPERIMENTA








Humm, pedacinhos de gato...que gostoso...eu aprovei.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

O dia que fiquei furioso

Dia 24/02/2009, terça feira de carnaval. Foi esse o dia.

Obrigado.

Até a próxima!


















hahaha, peguei vocês. 

Dia 24/02/2009, terça feira de carnaval, saímos mais cedo que de costume para o nosso passeio pela city. O sol estava alto ainda, chuto que eram mais ou menos 2 horas da tarde.
Pegamos um caminho diferente do habitual, e que estava bastante movimentado, muitos carros estacionados, muita gente nas calçadas. Foi aí que paramos, fiquei sem entender nada, era pra nós passearmos, mas ao invés disso ficamos sentados na beira da rua parados, com outro tanto de gente fazendo o mesmo. 
Foi então que começou, um barulho ensurdecedor, saía de umas caixas pretas, por toda a avenida. Alguém falava coisas, pessoas tiravam fotos umas das outras. Estava uma situação caótica. Foi quando apareceu. Um monte de gente no meio da rua, vestidos de forma estranha com veículos com coisas estranhas em cima. Já fiquei assustado com aquilo, mas me contive. Cada minuto que passava apareciam mais pessoas estranhas vestidas de forma estranha, isso me incomodava, e muito. Dei uns latidos de alerta a distância para esse pessoal. Até que uma mulher com roupa estranha se aproximou de mim e de meus amigos. Um latido bastou, juntei todas minhas forças e lati o mais bravo possí
vel, fazendo ela se afastar no mesmo instante. Pouco dapois apareceu um jacaré, que andava em duas pernas. Fiquei perplexo, dei meu latido de alerta também (na verdade foram mais de um) e ele se afastou rapidamente.
Jacaré bípede e cara amarelo e mais alguem que nao me encheu o saco

Fiquei orgulhoso do meu poder de intimidação, porém pouquíssimo tempo depois apareceu alguém amarelo, que jogou alguma coisa (ouvi a palavra confete essa hora) com violência em um de meus adotores. Aquilo foi a gota d'água, explodi. Lati vigorosamente, mas o cara não ia embora, pelo contrário, ficou tentando se passar por santo. Latia cada vez mais, meus adotores tentavam me acalmar, mas não queria ficar calmo, queria que o agressor fosse embora. E ele foi, demorou um pouco para se tocar que não era bem vindo ali, mas foi.
Foi quando todas as pessoas estranhas vestidas de forma estranhas se afastaram bastante que recomeçamos a andar, mas paramos logo em seguida, num lugar que eu já tinha passado noutros dias, e que tem uma cadelinha de dar agua na boca (mas vem com dois machos muito chatos agregados).
Paramos por lá também, quando entramos no terreno a cadelinha já veio me receber, trocamos cumprimentos até aparecer um dos machos, que ficou me olhando torto mas foi de boa. Mas quando chegou o outro macho, os dois começaram a latir e a me encher o saco. Eu sou da paz, tentei apaziguar, queria conversar, mas eles não queriam saber, vieram marrentos pra cima de mim (detalhe, são dois bostinhas da metade do meu tamanho, dava um pau fácil neles). Insisti pela não violência, mas eles não paravam, principalmente o segundo. Foi quando perdi a paciência, comecei a ficar agressivo também, rosnava e latia, meus adotores nunca tinham presenciado isso, então me amarraram no portão, fiquei lá, no cantinho da disciplina para pensar em meus atos, não me arrependo de quase nada, só de não ter apresentado meus dentes para aquele baixinho invocado chata bagarai.

Desculpem a agressividade, lembrar desse dia não me faz bem.

Abraço a todos.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

To cagando e andando...

Meus adotores sempre me levam para passear, e isso é o que eu mais gosto de fazer!! Sempre de tardezinha eles pegam a tira do passeio, colocam no meu pescoço e vamos passear. É muito legal.
percebi que tem dois tipos de passeio: um mais devagar onde eles vão andando junto e outro tipo  onde eles vão sentado num tipo de maquina com duas rodas. Eu prefiro muito mais quando eles vão na maquina, eu posso correr muito mais. Quando eles vão andando eu tenho que ficar esperando ou puxando eles porque são muito lerdinhos! Coitados...

percebi também também que quando vou dar umas voltinhas me da uma baita vontade de fazer coco! Acho que a caminhada faz meu intestino funcionar melhor e me bate aquela vontade!  Mas sempre que tentava dar uma cagadinha meus adotores ficavam bravos e me puxavam pela coleira...e eu num conseguia cagar gostoso!! Muito chato isso...mas percebi que eu podia parar para marcar meu território sem problemas, isso era permitido. sei como fazer o numero 2 - eu pensei comigo mesmo. Então la no próximo passeio testei minha nova estratégia: vi uma árvore, levantei a perna, fingi que ia fazer xixi e pum...mandei o meu coco ali. FUNCIONOU! Consegui fazer o numero dois sem eles perceberem. Confesso que foi um pouco estranho na primeira vez mas agora faço com naturalidade, e as vezes até faço xixi aos mesmo tempo para aproveitar.

Depois de algum tempo resolvi que precisava aprimorar minha técnica pois quando vamos passear com a maquina de duas rodas - bicicleta??? - não tenho tempo para parar nas árvores, eu corro muito rápido! Com toda habilidade que adquiri na primeira técnica não foi problema para mim conseguir cagar em movimento. Eu sincronizo com as minhas passadas e respiração. É muito fácil E quando meus adotores viram oque aconteceu é tarde demais...hahahaah! Essa técnica é infalível.

Meu próximo passo vai ser conseguir fazer xixi correndo...mas acho que isso vai levar um tempo ainda.  Acho que vai ser uma meleca só...


UPDATE: Hoje, 22 de fevereiro, fui muito audacioso, ignorei guardas que passavam pelo local e dei um cagão lá mesmo. Eles nem perceberam meu ato, saí ileso.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

As mulheres da minha vida - Parte 2

É hoje o dia. Hoje que meus instintos falam mais alto. Queria contar um conto erótico aqui, mas meu blog não é só para maiores de idade (e minha oma isso também). Portanto, nada de pornográfico.

Ela apareceu, era linda, sorridente, uma cachorra. Senti meu coração pulsar mais forte e mais rápido, ele estava querendo sair pela minha boca, eu estava paralisado.
Não sei quanto tempo depois (para mim foi uma eternidade) ela já estava muito próxima ao meu corpo e eu, passada a adrenalina do momento, voltei a mim, parti para o ataque.
Começamos trocando carícias, brincando, tudo muito descompromissado
Quando eles chegaram, meus adotores, atrapalharam tudo, nos forçaram a nos separar. A dor tomou conta de mim. Não consigo explicar o que sentia, era dor, êxtase, desejo.
Me libertaram, não sei porque, mas autorizaram meu relacionamento. Voltei para os braços dela, voltamos a brincar e trocar carícias. E em questão de minutos já estávamos envoltos numa mistura de amor e paixão. Éramos muito cúmplices, ela me provocava de uma maneira fatal. Caí na sua rede.
Era tudo muito bom, memorável, começamos como deve ser começado. O clima esquentava a cada momento, até que quando o ato ia se consumar, ia dar uns picotes naquela cachorra, percebi que não era permitido. Ela não era da minha casta.
 Eu sou um dhalid (seja lá como se escreve isso), posso ter arruinado a família dela, a vida dela. Mentira, esse papo é sobre a história da novela. A verdade é que ela é muito alta. Não era fisicamente possível para mim. Continuei tentando, até que nosso encontro foi interrompido. Fui colocado num quarto fechado e ela foi expulsa de casa. Chorei por muito tempo, sentia o cheiro dela. Sofri demais.
Chegou a hora de partir, para longe dela. Foi quando me dei conta que era preciso esquece-la, pois senão meu sofrimento só iria aumentar.
Assim acaba essa história, nunca mais a vi, provavelmente não a verei. Mas é melhor assim.


Saudações

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

As mulheres da minha vida - Parte 1

Bom, seguindo uma ideia (porra, idéia não tem mais acento?????) de uma possível mulher da minha vida, vou falar sobre elas. Mais especificamente, sobre minhas paqueras.

Muitas vezes sou abordado nas ruas da minha cidade por meninas. Bonitas, feias, neutras, gordas, magras, altas, baixas, etc, etc, etc. Mas, eu não estou nem aí pra maioria delas, pois elas não fazem meu tipo. Meu tipo é daquele parecido comigo, só que sem o órgão genital masculino. Ou não...

Enfim, alguns encontros já foram arranjados. Uma vez numa lanchonete perto de casa, estávamos esperando o lanche ficar pronto quando apareceu uma garota que me deu bola. Mas, ela logo percebeu que ela não ia me ganhar, por isso ela desencanou de mim e resolveu arranjar um encontro entre eu e a cadelinha dela, uma poodle segundo ela. Esse encontro nunca se realizou, apesar do meu interesse (ele nunca é levado em conta).
Outra vez, uns amigos estavam de mudança e seria impossível levar a cachorrinha deles junto (até porque eles não ficariam mais juntos). Ela era prometida para mim, como na Índia, nunca a vi, mas nosso casamento estava arranjado. Problemas de espaço e de comida frustraram esse sonho, vi ela algumas vezes apenas durante passeios. 

Até já fui paquerado por uma Pétala, fato que me deixou muito convencido.

Mas esse fim de semana, domingo, 8/02/2009, eu conheci o amor da minha vida. Foi amor a primeira vista.

Estou preparando a melhor maneira de contar essa história, portanto, aguardem, vocês irão se deliciar.

Fui!

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Auto Ajuda

Olá pessoal, hoje vou contar uma história para meus amigos deprimidos, que não tem mais motivos para viver. Essa história é baseada na minha história, é um compacto que mostra aspectos positivos da minha vida em um formato sensacionalista.

Eu era pequeno, dividia um quarto de uns 3mX3m com mais uns 15 amigos. Todos pequenos também. Por isso era possível dividir camas com eles, mas não havia uma cama para cada habitante. O lugar era de higiene ruim, não era limpa frequentemente, e isso só aumentava as chances de contaminação por doenças. Bastava aparecer um colega doente que todos nós ficávamos também.
Mesmo nessa situação eu me mantinha alegre, aproveitava cada momento de minha estadia por lá, divertia a mim e a todos meu companheiros. E acredito que isso tenha sido a minha salvação, pois apareceu alguém maior, muito maior. Ele olhou para mim, que continuava pulando e brincando, e apontou: "Aquele amarelinho. É macho ?".
Fiquei assustado, pois fui separado dos outros que considero minha família. Fui jogado num espaço menor do que eu tinha antes. Estava com medo, muito medo. Mas pouco tempo depois o carro parou e eu pude entrar num território tão grande e vazio quanto eu nunca tinha visto antes. Um alívio tomou conta de mim, até eu perceber o quanto sozinho eu estava. Tentei chamar a atenção de alguém que pudesse estar por perto, mas nada, o desespero tomou posse do meu coração, comecei a chorar, até que o ser maior apareceu, e me fechou num quarto escuro e fechado, pequeno. Chorei a noite toda. Mas quando amanheceu, a porta se abriu, estava livre novamente, e com um amigo. Estava demasiado feliz.
Ele desapareceu novamente, não sabia o que fazer, fiquei conhecendo o território. Senti um tremendo mal estar, que fazia barulhos estranhos na minha barriga. Não tinha apetite, qualquer tipo de comida que era me dado não me atraía, revirava meu estrongo. Fiquei 3 dias sem comer antes de ir ao médico, que me deu soro e fez uns exames (passei a noite no consultório). 
Depois disso comecei a tomar remédios, minha vida estava difícil.
Quando finalmente melhorei, comia cada refeição como se fosse a última. Aproveitava cada momento como se foss... aahh que coceira.
Sim, a coceira estava se apoderando do meu corpo, e mente. Era muito angustiante, bastou eu melhorar do meu estômago que alguma coisa pegou minha pele. Era sarna. Voltei ao consultório.
Muito tempo tomando remédios diferentes e comecei a melhorar.
Como estava fraco eu tinha recaídas. Mas mantive a alegria de viver, e com o apoio de meus amigos superei essa fase triste de minha vida, que segui com empenho e dedicação.
Hoje, como se nada disso tivesse acontecido, sou um novo cachorro. Meu pelo é fofinho, eu como direitinho, faço exercícios regularmente (tanto que minhas pernas estão super fortes e definidas) e melhor, continuo com minha alegria contagiante, aproveitando todos meus momentos. Meu sistema imunológico se estabilizou, e como sou um cachorro de raça (nenhuma) imagino que a partir de agora será difícil algo me abater. Pretendo continuar com essa felicidade enquanto durar.

Saudações a todos!

PS: Quantos leitores hein!! Estou expressionado.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Roupa Nova (não é aquela banda porcaria)

Primeiramente preciso me desculpar pela última história, a dos espinhos, eu sei que não foi tão legal, mas é que eu não soube contá-la direito.
Bom, como vocês podem ver estou super elegante hoje. Mas nem sempre foi assim, normalmente eu ando vulgarmente pelado, nu em pelo. Nunca me incomodei muito com isso, afinal, é natural. 
Vivia minha vida dura calmamente até que um dia (uma terça feira para ser mais exato) quis experimentar coisas novas. Vi uma toalha pendurada no varal.
(
Em casa, o varal é baixo, portanto sempre que tem alguma coisa pendurada, para matar o tédio eu tiro e brinco um pouco. Mas nas férias, na casa de campo o varal é mais alto, além de que tem outras coisas mais interessantes para fazer, por isso todos ficaram impressionados que eu não tirei roupa alguma do varal por um longo período de tempo.
)
Resolvi experimentar novamente a sensação de dormir sobre uma toalha, coisa que eu já fiz quando era pequeno mas não me lembro bem. Vi a mais bonita, que me parecia mais confortável, e puxei do varal. Em seguida arrumei ela no meu cantinho, dei uma preparada e deitei. 
Um pouco mais tarde, já tinha desfrutado de momentos sobre a toalha, chegou alguém, que ficou com uma cara de assustada e falou alguma coisa. Ela tirou MINHA toalha de mim. Resultado, fiquei sem toalha.

Mas, poucos minutos depois ela voltou, com uma camisa velha. Deu a camisa para mim, em troca da toalha. Não era lá grande coisa, mas pelo menos diminuiu minha perda. A partir daí criei um gosto pela camiseta, gosto quase tanto dela quanto do meu fusca roxo. Estou usando ela para treinar para ser um assassino, mordo e fico chacoalhando, como um cara malvado faria. Faço cabo de guerra com meus amigos. Eles fazem 'halteres', mordo a camisa e ele fica erguendo a camisa comigo junto. É uma diversão que só.
Já faz mais de uma semana que tenho essa camiseta, e ainda não me desapeguei a ela. Outro dia, um dia meio friozinho, me cobriram com a camiseta, fiquei quentinho, gostei tanto que demorei a tirar a camisa. Então hoje, novamente me vestiram com a camisa, mais em forma de lenço, mas ainda assim é bom. E o resultado vocês viram na foto acima, fiquei muito charmoso. Aliás, viram que garoto fotogênico? Gostei do resultado.

Uma fungada para todos.

domingo, 25 de janeiro de 2009

História dos Espinhos

Ainda estou de férias numa casa de campo. Essa é a casa de A e B, onde eu e meus 'adotores' passamos férias. A e B não vão para a cama tarde, pois acordam bem cedo no outro dia, já meus 'adotores' não são bem assim. Eles foram para não sei onde, acho que pode ter sido para Campinas, num bar onde tocam bandinhas Metaaal.
Eles estavam fora, eu estava sozinho, então resolvi fuçar. Encontrei um objeto muito louco, ele era meio redondo, o que eu via tinha uma textura estranha. Parecia um daqueles brinquedos de morder, que fazem 'fuíki fuíki', só não era de uma cor chamativa (se bem que eu só vejo em escala de cinza, então porque aqueles briquedos são coloridos?). Óbviamente quis brincar.
No que eu mordi senti umas pontadas. Pontadas no beiço não são nada agradáveis quando você precisa da boca para brincar. Larguei o objeto na hora, daí não sentia mais pontadas, sentia era um certo incomodo, parecia que tinha algo lá. Passando a língua eu sentia algumas coisas penduradas na minha boca, mas não doía, então não me preocupei.
Quando meus adotores chegaram levou uns 10 minutos para eles perceberem que eu estava com movimentações estranhas da língua. Deram uma olhada e descobriram uns 8 espinhos cravados na minha boca. Eu achava tudo legal, eles estavam me dando atenção, até que um deles apareceu com um instrumento na mão (alicate) e o outro me prendeu entre as pernas e segurou meu focinho com as duas mãos. Achei que era uma brincadeira, mas aí alguma coisa puxou. DOR. Outra coisa puxou. DOOR (prolongação do 'o' de dor, não é porta em inglês). Mais uma. DOOOR. Cada puxão eu me revoltava mais, gritava mais, A e B acordaram, e eu gritava, o alicate chegava perto e eu gritava, cada vez mais alto, até que eu não deixei eles chegarem com aquele instrumento perto de mim. Então aqueles carrascos foram dormir.
No outro dia eles voltaram, mas a dor já não me incomodava mais, então estava menos esquivo. Mas não deixava aquele alicate chegar perto da minha cara ainda. Até que, TCHARAAM, o meu fusca apareceu, me distraí 0,03 segundos e então senti outra puxada. A mais dolorida de todas. Sorte que eu estava com meu fusca, com ele tudo passa. Só o sangue que começou a escorrer, mas enfim, nada é perfeito. Depois disso não tinha mais nada incomodando minha boca, e eu vivi feliz para sempre.

Adeus, até mais!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

História do Churrasco

Já aconteceram algumas festas lá em casa, a maioria é composta de esquentas, todos regados a bastante álcooool.
O nome está como história do churrasco, mas não era churrasco, era um desses esquentas, eu acho. 
Lá estavam todos muito alegres bebendo uma vodquinha, curtindo um som. Eu não posso entrar em casa, por isso ficava muito contente quando alguém saía e ia conversar comigo. Até que a certa altura da bagunça um dos participantes do negócio sai, com pressa, diga-se de passagem, e vai em direção ao quintal. Obviamente o segui para tentar ganhar atenção, mas não fui bem sucedido, ele nem deu bola. Até que, quando chegamos no gramado ele se abaixou, eu jurava que era pra conversar à altura comigo, foi quando ele abriu a boca (inocentemente pensei que sairiam palavras), liberou um jato de algum líquido, meio fedido devo dizer, levantou e foi embora. Fiquei ali atrás dele na maior frustração, lutei por atenção e o que ganhei era fedido.
Um tempo depois um dos caras que me adotou veio me dar atenção, e, quando ele encostou em mim percebeu que eu estava molhado, só ouvi um grito: "QUEM FOI O RETARDADO QUE JOGOU BEBIDA NO ZECA?". Foi quando o tal retardado apareceu na porta sorrindo e tentando se explicar. Mesmo ele não conseguindo explicar meu 'adotor' (o cara que me adotou?!) adivinhou o que aconteceu, para meu puro e simples azar, porque apesar de fedido aquele liquido não era frio. Chegamos no quintal novamente, e lá, o cenário da minha punição por nao ter feito nada, fui injustiçado, castigado com um jato de água gélida sobre meu corpo. Coincidência ou não, o povo foi embora poucos minutos depois, e eu fui largado para trás como um trapo sujo à espera da lavagem.

Desculpem, podem ser imagens meio fortes, mas é a pura realidade.

Saudações a todos e até a próxima.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Sou Eu - Tchuru tchuru ...

Esse sou eu alguns dias depois de ter sido adotado. Minhas orelhas nao ficavam em pé ainda, mas agora aperfeiçoei essa técnica, agora basta eu querer e 'zup', elas estarão de pé.

A próxima história, que vai sair daqui a pouco vai ser de um churrasco que ocorreu lá em casa, tem fatos bastante bizarros que presenciei pois era muito jovem ainda, meio ingenuo. Agora continuo assim.

Até mais

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

História dos Patos - Parte 2

- A situação era: nós no meio da rua, de um lado da rua uma população inteira de patos do outro lado a lagoa e alguns turistas tirando fotos e relaxando.

- O depoimento do amigo A: "Nussa, eu tava mó rápido quando eu vi uns patos voando para o meio da rua e o carro parado esperando alguma coisa, fiquei pensando o que eu teria feito para aqueles patos, mas quando olhei para trás descobri que eu não era o culpado. Vi o Zeca correndo atrás de cada um deles, e eles desesperados atravessando a rua para tentar chegar na lagoa. Ri demais."

- O depoimento do amigo C: "Hahahahahahahahahaha."

- O depoimento do amigo B: "Puta merda, como eu sou burro, o que foi que eu fiz? Vooooltaaa!"

Sim, isso estava acontecendo, eu estava perseguindo os patos. Desviando, ou não, dos carros, das bicicletas, dos turistas. Corria atrás de um alvo, quando mordia a bunda deles minha boca se enchia de penas, era uma sensação estranha, tanto que eu parava para pensar um tempo, cuspia todas as penas e partia pro ataque novamente, repetindo essa cena algumas vezes.
tínhamos atravessado a rua, os patos estavam adentrando a lagoa (para entrar na lagoa era necessário atravessar um buraco na cerca, era um buraco muito pequeno e meio tosco, feito por um amante dos patos que teve pena quando viu os patos isolados em terra fora da lagoa cercada). Me vi sem saída, tinha que entrar na lagoa para continuar minha caçada. Mas eu nem sabia se sabia nadar. Agora sei. Só sei que os patos me humilharam na água, os poucos metros que eu avancei foram o suficiente para eles estarem a salvo. Além de eu estar engolindo mais água que o de costume. Resolvi voltar, e quando olho para a terra eu vejo meu amigo B deitado rastejando para atravessar o buraco dos patos (o buraco da cerca) e me chamando. Não podia deixar ele fazer tudo aquilo a toa, voltei. Foi aí que percebi que eu ainda estava preso à corda, mas ao contrário do que os senhores leitores inexistentes desejam ela não enroscou em lugar algum e eu não me afoguei.
Quando a adrenalina baixou vimos a reação dos turistas, uns estavam chocados e outros riam da cena.
O amigo B estava sujo de barro, eu estava molhado por inteiro, amigos A e C não estavam nada além de rindo, e o pior, nem tiraram fotos, como eu vou escrever um livro assim, sem imagens para comprovar?
Passado o susto (e a festa) seguimos nosso passeio calmamente rindo o caminho inteiro do que aconteceu.

Até outro dia pessoal!

sábado, 17 de janeiro de 2009

História dos Patos - Parte 1

Pessoal, não aguento mais esperar, mesmo que contar essa história agora possa estragar a ordem das histórias. Não que isso importe para vocês, pois vocês nunca saberão a verdadeira ordem delas.

Nesse momento de férias, na minha casa de campo, costumo passear todos os dias pela cidade. Pego meus aparatos e saio por aí para um passeio. Geralmente, quase sempre, alguém vai comigo, para me proteger de outros cachorros (essa é outra história, anterior, portanto a ordem desse blog será perturbada), me proteger de mim mesmo e/ou me fazer companhia.
No dia dessa história, ou sábado ou domingo, fui passear com 3 pessoas, por esse motivo estava mais feliz que o normal.
(
Só abrindo um parênteses aqui para explicar como funciona o meu passeio, que é uma diversão para mim. Eu vou a pé, meus amigos não me acompanham e por isso eles vão de bicicleta. As vezes eu seguro uma espécie de corda e puxo eles, por diversão e para fazer exercícios, por isso minhas pernas estão super durinhas. As vezes eles aumentam a velocidade para a velocidade 5, e eu tento acompanhá-los a todo gás. As vezes ambos.
)
Um dos meus amigos (amigo A) saiu a toda velocidade na minha frente, parti na cola dele, puxando outro dos amigos (amigo B), enquanto o outro (amigo C) estava acompanhando observando-nos. Estávamos muito rápido no meio da rua quando, de repente, sem nos dar sinal, aparece um carro no sentido oposto ao nosso, ao mesmo tempo que tinha um carro tentando nos passar. Ficamos numa situação apertada ali, meu amigo A já estava a frente, porém meu amigo B estava encurralado, sem saída e assustado ele soltou a corda, se distraiu tentando se salvar e me deixou livre para fazer o que bem entendesse.

********** To be Continued **********

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Segundo Post

Na postagem anterior eu disse que iria escrever sobre uma aventura recheada de emoção, porém acho mais conveniente, para esse segundo post, dissertar um pouco mais sobre mim. Faço isso para você, caro leitor inexistente, que tem a chance agora de conhecer um pouco da minha vida antes de conhecer alguns dos fantásticos acontecimentos da minha vida.
Como bastante gente já sabe eu fui adotado, não sei se por um casal de 2 ou de 3 homens, prefiro acreditar que seja de 2, pois 3 é muito moderninho para mim. Eles são R.D. e C.L., nomes fictícios para proteger a identidade deles. São pessoas muito legais, que prezam pelo meu bem estar, porém eles se tornam muito rígidos quando tenho meus momentos de rebeldia, gostaria que fossem mais compreensivos, mas isso não vem ao caso.
Já tive minhas doenças, problemas de pele, intestinais, etc., mas não acredito que seja um episódio importante da minha vida.
Por coincidência ou não eu vivo em São Carlos, gosto de lá, tenho muitos amigos que visito quase que diariamente, eles gostam muito de mim, sempre fazem o maior escandalo quando me veem. Como não poderia deixar de ser, já participei de umas festinhas universitárias por lá, mas acho que sou um pouco novo para isso, fazendo as contas tenho quase 15 anos.
Agora estou passando as minhas férias grandes numa casa no campo, não sei exatamente onde é, mas tem bastante grama e árvores, e tem bastante espaço para eu correr.
Bom, agora vou curtir meus momentos de férias.

Um abraço a todos, e aguardem por mais histórias.


quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Primeiro Post

Oi, como esse é meu primeiro post, inicialmente gostaria de agradecer a todos pelas visitas. E sim, é lógico que eu estou brincando, pois eu tenho certeza que ninguém lê meu blog.

Bom, para começar vou contar um pouco sobre mim. Me chamo José Carlos, não gosto de nomes compostos, não sei porque tenho esse nome, enfim, prefiro que me chamem de Zeca, um apelido carinhoso.
Olhos castanhos, cabelo castanho claro, corpo atlético (principalmente as pernas) e estatura baixa. Fora do campo físico sou muito alegre, gosto de companhia (odeio ficar sozinho), exercícios físicos me acalmam um pouco (só um pouco), detesto rojões ou trovões e não sei mais o que escrever aqui, poderia escrever simpático, bonitão, rico e humilde, mas seria muita modéstia.

Gosto muito de carne, de água, de pessoas (como dito anteriormente), de natureza e, principalmente, do meu fusca roxo.

Fico por aqui por hora, em breve contarei uma história bem bacana que aconteceu comigo, envolvendo patos, lagoa, bicicletas e carros. Me diverti esse dia.

Uma lambida no dedão do pé de todos.