Ainda estou de férias numa casa de campo. Essa é a casa de A e B, onde eu e meus 'adotores' passamos férias. A e B não vão para a cama tarde, pois acordam bem cedo no outro dia, já meus 'adotores' não são bem assim. Eles foram para não sei onde, acho que pode ter sido para Campinas, num bar onde tocam bandinhas Metaaal.
Eles estavam fora, eu estava sozinho, então resolvi fuçar. Encontrei um objeto muito louco, ele era meio redondo, o que eu via tinha uma textura estranha. Parecia um daqueles brinquedos de morder, que fazem 'fuíki fuíki', só não era de uma cor chamativa (se bem que eu só vejo em escala de cinza, então porque aqueles briquedos são coloridos?). Óbviamente quis brincar.
No que eu mordi senti umas pontadas. Pontadas no beiço não são nada agradáveis quando você precisa da boca para brincar. Larguei o objeto na hora, daí não sentia mais pontadas, sentia era um certo incomodo, parecia que tinha algo lá. Passando a língua eu sentia algumas coisas penduradas na minha boca, mas não doía, então não me preocupei.
Quando meus adotores chegaram levou uns 10 minutos para eles perceberem que eu estava com movimentações estranhas da língua. Deram uma olhada e descobriram uns 8 espinhos cravados na minha boca. Eu achava tudo legal, eles estavam me dando atenção, até que um deles apareceu com um instrumento na mão (alicate) e o outro me prendeu entre as pernas e segurou meu focinho com as duas mãos. Achei que era uma brincadeira, mas aí alguma coisa puxou. DOR. Outra coisa puxou. DOOR (prolongação do 'o' de dor, não é porta em inglês). Mais uma. DOOOR. Cada puxão eu me revoltava mais, gritava mais, A e B acordaram, e eu gritava, o alicate chegava perto e eu gritava, cada vez mais alto, até que eu não deixei eles chegarem com aquele instrumento perto de mim. Então aqueles carrascos foram dormir.
No outro dia eles voltaram, mas a dor já não me incomodava mais, então estava menos esquivo. Mas não deixava aquele alicate chegar perto da minha cara ainda. Até que, TCHARAAM, o meu fusca apareceu, me distraí 0,03 segundos e então senti outra puxada. A mais dolorida de todas. Sorte que eu estava com meu fusca, com ele tudo passa. Só o sangue que começou a escorrer, mas enfim, nada é perfeito. Depois disso não tinha mais nada incomodando minha boca, e eu vivi feliz para sempre.

Adeus, até mais!
Poderia ter colocado a foto de um cachorro mais parecido com o Zequinha, colocar um pitbull é sacanagem!! hahaha
ResponderExcluir